A arte contemporânea é uma linguagem universal que aproxima diferentes culturas. A exposição “Saudade, China & Portugal”, patente no Museu Coleção Berardo, em Lisboa, até 6 de janeiro de 2019, reúne 16 artistas chineses e portugueses, cujas obras são "uma reflexão sobre os conceitos de diversidade, festividade e ambiguidade, bem como a íntima relação destes com a narrativa da Saudade".
A exposição é uma coprodução com a Fosun Foundation em Xangai e tem como comissária Yuko Hasegawa, curadora do Museu de Arte Contemporânea de Tóquio, que escolheu o termo Saudade como ponto de partida para a seleção das obras expostas.
"Saudade, palavra portuguesa intraduzível, transmite o desejo de um momento passado que pode ser permanentemente inatingível. Em vários sentidos, esta palavra fala da nossa situação atual - na qual, devido ao desespero esmagador causado pela incerteza do presente e do futuro, o doce passado parece tão acolhedor”, lê-se na folha de sala da exposição.
“Saudade, China & Portugal” apresenta o trabalho de 7 artistas portugueses (André Sousa, José Pedro Croft, Joana Vasconcelos, Luísa Jacinto, Pedro Valdez Cardoso, Rui Moreira e Vasco Araújo) e 9 chineses (Cheng Ran, Guan Xiao, Leng Guangmin, Liang Yuanwei, Liu Jianhua, Sun Xun, Shi Yong, Tao Hui, Xia Yu) em diversos suportes: escultura, desenho, pintura, vídeo.

